• Pulseira da Jibóia Kayapó
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Pulseira da Jibóia Kayapó

Em até 2x de R$ 50,00 De R$ 125,00 por

R$ 100,00

Essa peça foi feita por Pyrepa Kayapó

Materias-Primas: miçangas de vidro (contas) e nylon (fio)

 

 

Localização

Localização Ticuna width=

 

A Etnia Kayapó

No século XIX , os Kayapó estavam divididos em três grandes grupos, os Irã'ãmranh-re ("os que passeiam nas planícies"), os Goroti Kumrenhtx ("os homens do verdadeiro grande grupo") e os Porekry ("os homens dos pequenos bambus"). Destes, descendem os subgrupos Kayapó atuais: Gorotire, Kuben-Krân-Krên, Kôkraimôrô, Kararaô, Mekrãgnoti, Metyktire e Xikrin. Apesar da etnia se autodenominar Mebengokre, o termo Kayapó surgiu através de grupos vizinhos para nomeá-los, significando "aqueles que se assemelham aos macacos". O motivo se deve provavelmente a um ritual onde durante semanas, os homens Kayapó, vestidos com máscaras de macacos, executam danças curtas.

 

Associação Floresta Protegida

Para valorizar e fomentar a produção artística Kayapó, a Associação Floresta Protegida, em parceria com a Cooperativa Ba’Y e a TUCUM, iniciou em 2012 um trabalho de estruturação da cadeia produtiva do artesanato. Este trabalho envolve a organização social das comunidades, precificação participativa, orientações sobre as exigências do mercado, apoio ao desenvolvimento de novos produtos, acesso a mercados diferenciados e justos, registro dos processos produtivos e resgate do conhecimento. Nosso principal objetivo é fornecer uma fonte alternativa e sustentável de renda, que seja bem distribuída pelas comunidades Kayapó.


Fontes e Bibliografia

Instituto Socioambiental / ISA)

DEMARCHI, André. 2014. Kukràdjà Nhipêjx \ Fazendo Cultura: Beleza, Ritual e Políticas da Visualidade entre os Mebêngôkre – Kayapó. Tese de Doutorado. PPGSA/IFCS/UFRJ. VIDAL, Lux. 1992. A pintura corporal e a arte gráfica entre os Kayapó-Xikrin do Cateté. In Lux Vidal (org), Grafismo indígena. Estudos de antropologia estética. São Paulo: EDUSP/FAPESP/Studio Nobel, pp. 143-189.