• Kahà Sementes do Cerrado - Grande
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Kahà Sementes do Cerrado - Grande

Em até 3x de R$ 93,33 De R$ 350,00 por

R$ 280,00

Essa peça foi feita por Artesãos Krahô e Mônica Carvalho

Materias-Primas: buriti (fibra) e sementes diversas

 

Elo Tucum: Centro Cultural Kajré + Mônica Carvalho

O Elo Tucum promove mais um belo encontro entre a arte tradicional indígena e o design contemporâneo. O Centro Cultural Kàjre, associação indígena Krahô da Aldeia Pedra Branca e o Ateliê Monica Carvalho se encontram para desenvolver uma coleção de cestarias e bolsas a partir de fibras, sementes e reaproveitamento de couro.


Após uma profunda imersão na cultura Krahô, onde a artista Monica Carvalho pôde aprender e dividir seus conhecimentos com os artesão da Aldeia Pedra Branca, surgiu a ideia de materializar esta vivência em peças únicas, que futuramente podem ser recriadas pelos Krahô.

O povo Krahô vive no Cerrado, norte do Tocantins, cercados por uma vasta variedade de fibras e sementes. Sua cultura material é toda baseada na coleta destes materiais que são beneficiados com sabedoria ancestral e transformados em biojóias e peças utilitárias e decorativas.

 

A Etnia Krahô

Os Krahô se autodenominam mẽhĩ, termo que pode ser traduzido como “os da nossa carne”, “pessoa”, “índios [Timbira]”. Alguns aspectos característicos diferenciam a “identidade” Timbira, o “jeito de ser mẽhĩ”: a língua, os rituais, a ornamentação corporal (corte de cabelo, pintura e botoques auriculares), a forma circular da aldeia e as corridas de toras. A Terra Indígena Krahô
(TO) possui 3.200
km2 e é considerada uma das maiores áreas de cerrado preservado do país. As fibras vegetais e sementes do cerrado são tradicionalmente utilizadas pelos Krahô, o que envolve sofisticados saberes associados aos processos de beneficiamento dessas matérias-primas, transmitidos e constantemente reinventados através das gerações.

 

Centro Cultural Kàjre

 

A Associação Centro Cultural Kàjre representa os indígenas Krahô da aldeia Pedra Branca, onde há uma intensa produção de colares, pulseiras e bolsas confeccionadas com sementes de tiririca e cabeça-de-formiga, com fibras do tucum e buriti. A coleta e o beneficiamento das matérias primas são realizadas pelas mulheres e homens Krahô, a partir de conhecimentos transmitidos por várias gerações. A Associação trabalha na organização do manejo sustentável dessas matérias-primas e na comercialização das peças já prontas. Todo o recurso arrecadado pela Kàjre é revertido para investimentos na própria aldeia.